Ieri si è svolto a Huelva il Meeting Iberoamericano di atletica che includeva una prova di marcia donne sulla distanza dei 3.000m in pista.
3.000m marcia su pista donne
Dopo la splendida prova di La Coruna quasi tutte le migliori atlete spagnole e le atlete portoghesi allenate da Paulo Murta hanno dato spettacolo allo Stadio Iberoamericano di Huelva.
Subito in testa alla partenza Raquel Gonzalez Campos (ESP) che, ovviamente non molto soddisfatta della sua prestazione a La Coruna cerca una nuova motivazione di rivincita, e che passa ai 1.000m in 4.13.29 seguita dalla Portoghese Ana Cabecinha e dall’altra spagnola Julia Takacs.
Ai 2.000m passa invece in testa Ana Cabecinha in 8:15.86, ma le altre, compresa la U23 Laura Garcia-Caro sono tutte lì.
Si risolverà nel finale questa prova con qualche strascico polemico.
Taglierà prima il traguardo la Portoghese Ana Cabecinha, che però verrà dopo la premiazione squalificata per tre red cards di mancanza di contatto.
La vittoria va quindi alla Spagnola Julia Takacs che termina in 12:20.09.
Al secondo posto si classifica Raquel Gonzalez Campos in 12:24:51, mentre il terzo posto va alla U23 Laura Garcia-Caro che con il tempo di 12:29.58 stabilisce la miglior prestazione spagnola U23 sulla distanza.
Marcia dal Mondo non intende valutare o meno come si siano svolti i fatti, ma avendo ricevuto come altri, la richiesta di pubblicazione di quanto sotto indicato dall'allenatore di Ana Cabecinha, lo fa con il testo originale portoghese di Paulo Murta:
A desclassificação da Ana Cabecinha ontem em Huelva, para além de anormal (1ªvez em 19 anos de carreira, mais de 400 provas), foi bem estranha (nem sabemos se encomendada!), na entrada para a última volta a Ana já liderava (desde os 1.800 metros) com cerca de 5 segundos de avanço, no quadro de faltas, não constava nenhuma falta, ao longo da prova apenas foi advertida uma (1) vez Suspensão, cortou a meta em 12.15,77 fez a festa, vestiu-se (de seguida um responsável do meeting veia buscar para a cerimónia) foi ao pódio receber o prémio e já depois de receber o prémio apareceu um senhor (julgamos juiz chefe marcha) a mostrar a raquete vermelha (era um cartão, não uma raquete), talvez tivesse passado uns 8 a 12 minutos.
Solicitamos de seguida explicações, e qual não foi o nosso espanto que apareceu 3 faltas às 21.36 numa folha muito bem feitinha, e lá estava o dorsal 247 da Ana Cabecinha, não conseguimos saber qual a hora de termo da prova!
De seguida tudo “desapareceu” juízes de Marcha, juiz Chefe de Marcha, quadro de faltas… enfim… ficamos só nós na Pista.
Foi isto que aconteceu em Huelva…
Para além desta “encomenda”, os tempos das atletas portuguesas estão incorrectos (só a Carolina está certa), ou seja a Edna Barros fez o tempo que aparece a Maria Perez (13.43,60) a Catarina Marques (13.50,69 é o tempo da Edna) e o tempo da Carolina Costa está correcto (14.37,71)
Obrigado
Paulo Murta

La vittoria di Ana Cabechina che si trasformerà in delusione

Le congratulazioni

La stella locale Laura Garcia-Caro